sábado, 12 de março de 2016

A Peste Negra está de volta e já matou dezenas de pessoas

 A Peste Negra está de volta e já matou dezenas de pessoas

Publicado em 3.02.2015
peste bubonica
Um surto de peste negra –também conhecida como pespe bubônica — matou dezenas em Madagascar, e especialistas temem que esses números possam subir. Pelo menos 119 casos foram confirmados até o final do ano passado, incluindo 40 mortes, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS) em um comunicado. E a doença está tomando um rumo alarmante.
“O surto de peste negra que começou em novembro passado tem algumas dimensões preocupantes”, afirma a OMS. “As pulgas que transmitem esta doença antiga de ratos para os seres humanos desenvolveram resistência ao inseticida de combate mais comum”.
A doença tem se espalhando especialmente em favelas densamente povoadas na capital Antananarivo. De acordo com informações de Christophe Rogier, do Instituto Pasteur de Madagascar, divulgadas no final do ano passado, casos foram confirmados em pelo menos 20 distritos além da capital. Rogier é parte de uma equipe que trabalha com a OMS no local para combater a doença.
A peste bubônica é causada pela Yersinia pestis, uma bactéria encontrada em roedores e transmitida por pulgas. Recentes inundações no país desalojaram dezenas de milhares de pessoas e “um número incontável de ratos”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS. Segundo ela, o temor é que a situação ambiental colabore para a proliferação da doença.

Como é transmitida?

Uma vez que uma pulga infectada morde seres humanos, eles podem desenvolver a peste bubônica, que é marcada por inchaço dos gânglios linfáticos. Se as bactérias atingem os pulmões, pode-se desenvolver a peste pneumônica. Esta variação é rara, mas mais perigosa do que a peste bubônica, porque pode ser transmitida entre humanos através da inalação e tosse.
“Se diagnosticada precocemente, a peste bubônica pode ser tratada com sucesso com antibióticos. A pneumônica, por outro lado, é uma das doenças infecciosas mais mortais; doentes podem morrer 24 horas após a infecção”, explica a OMS.
Segundo a organização internacional, pelo menos 8% dos casos avançam para a peste pneumônica. Não está claro, contudo, qual percentagem dos casos atuais compreendem a peste mais letal.
No passado, epidemias da doença ocorreram na Europa, Estados Unidos, África, Ásia e América do Sul.
A praga era conhecido como o “Peste Negra” na Europa do século XIV, e causou a morte de 50 milhões de pessoas. [CNN]

quinta-feira, 10 de março de 2016

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Não é normal reparar nesse tipo de coisa, mas se visitar um castelo medieval, você pode reparar que não existia banheiro nenhum, nem dentro, nem fora deste. A verdade é que na Idade Média não havia banheiros mesmo: isto é coisa da Idade Moderna. Não existiam dentifrícios, escovas de dente, perfumes, desodorantes e papel higiênico. As excrescências humanas eram feitas em latrinas e, ao amanhecer, sem maiores cuidados, despejadas pelas janelas dos palácios.





Nos filmes sobre a época, veem-se pessoas sendo abanadas por enormes leques: em um país de clima temperado, a justificativa não era o calor, mas sim o péssimo odor que as pessoas exalavam, pois não tomavam banho, não usavam papel higiênico e nem faziam higiene íntima.Os nobres eram os únicos que podiam ter súditos que os abanavam, para espalhar o mau cheiro que o corpo exalava, além de ser uma forma de espantar os insetos.

Muitos dos ditados que usamos hoje, para ilustrar certas situações, surgiram no cotidiano da Idade Média.

Os banhos eram tomados numa única tina cheia de água quente e o chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade. Depois vinham as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.
Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro.










Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem.Quando chovia, começavam as goteiras e os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivetes" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs", ou seja, "está chovendo gatos e cachorros".Caia tanta imundície dos telhados que, para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.

Origem da Cama Medieval dossel



Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada pelo óxido de estanho.Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos.Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo, depois de beber, numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho.

Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estava morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro.

Como não se poderia ter certeza alguma se a pessoa estava morta ou não, o corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu a vigília do caixão, que ainda hoje é costume.

Daí, também, surgiram as histórias de mortos que haviam ressuscitado, e muito do mito do vampirismo vem desta particularidade.A Inglaterra é um país pequeno e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossuário e o túmulo era utilizado para outro.

Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.
Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino.


Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar, e ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão ainda usada até hoje para dizer de alguém que escapou por pouca coisa, ou na última hora.






O cozinheiro tinha, durante a Idade Média, um status elevadíssimo, gozando do respeito geral, chegando mesmo a ter um tratamento quase real no decurso de grandes cerimônias. Na França, o trabalho de cozinheiro era visto com tanta importância que estes recebiam um título militar, o de “officiel de bouche” (oficial da boca). Dentro da hierarquia da cozinha, os chapéus brancos de alturas variáveis foram adotados para identificar o posto exercido por cada um. Enquanto o chef usava sempre o mais alto de todos, os auxiliares mais simples vestiam apenas um boné.

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Três entre quatro crianças de família nobre passavam seus primeiros meses longe de casa, na maioria dos casos com a ama-de-leite. Mais da metade delas não voltava para casa antes de 18 meses, isso se sobrevivessem. Já no campo, o abandono de bebês era muito frequente. Além disso, a prática do infanticídio (por sufocação) não era vista como um fenômeno excepcional. 
Foram os Cavaleiros Templários que substituíram, pela primeira vez, a moeda pelo cheque. Os Templários eram alvos de constantes roubos e ataques durante suas viagens, então, para proteger sua riqueza, criaram o cheque, um documento que poderia ser trocado por moeda corrente com os companheiros de outras cidades.


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Para manter a aparência e realçar a beleza, as mulheres medievais também tinham seus truques. Confira alguns deles:
Para colorir os lábios: açafrão
Para escurecer os cílios: negro da fuligem
Para embranquecer os dentes: sálvia
Para aveludar a pele: clara de ovo e vinagre

Os costumes medievais estiveram na origem de algumas das atuais tradições ligadas ao casamento. Acompanhe.
Mês das noivas – na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda estava tolerável.
Buquê – por causa da higiene precária da época, as noivas usavam buquês de flores junto de seus corpos para disfarçar o mau cheiro.
Leis do casamento – foi durante a era medieval que as leis do casamento iniciaram a sua evolução. Em 1076, o Concílio de Westminster decretou que nenhum homem devia entregar a sua filha a alguém sem a bênção de um sacerdote. Mais tarde, foi decretado que o casamento não devia ser secreto, mas sim um ato público.
Vestido – contrariamente à tradição atual, o vestido de noiva não era branco. A cor mais usada era o azul, pois era o símbolo tradicional da pureza, embora o vestido pudesse ser de qualquer outra cor.
Bolo – o bolo de noiva que conhecemos, cheio de “andares”, teve sua origem naqueles tempos. Era costume os convidados levarem pequenos bolos, que eram colocados uns em cima dos outros. Para dar sorte e prosperidade, os noivos tentavam se beijar sobre os bolos sem os derrubar.
Festa – os casamentos medievais da nobreza eram celebrados nos castelos. Eram grandes festas com vários divertimentos e comida farta. Nos dia de casamento, os mendigos vinham de longe para receberem as sobras do banquete e era tradição o senhor do castelo libertar alguns prisioneiros. Já entre os camponeses, a festa de casamento ocorria na casa da noiva. Toda a aldeia se reunia para festejar a ocasião e presentear os noivos com alguns utensílios de madeira e outras ferramentas. Como não havia dinheiro para alianças, era tradição que uma moeda partida fosse dada à noiva, sendo a outra metade entregue ao noivo.

Grandes Castelos da Europa - Parte 4

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Carolíngios (parte 02) - Grandes Civilizações

Olá!!!
Espero que tenham gostado do 1º vídeo! Estou postando a 2ª parte,que retratará o reinado de Carlos Magno(o mais importante dos reis carolíngios),a origem das universidades na Idade Média e a arquitetura das catedrais e igrejas medievais.
Assim como no anterior,após assistir a esse vídeo faça um comentário sobre uma parte que você achou importante.

Um beijo e até a próxima postagem...que será sobre castelos medievais...
Prof.ª Andréa



Carolíngios (parte 01) - Grandes Civilizações

Olá!!!
Apesar do título desse vídeo ser Carolíngios (parte I) ele fala de forma resumida quase tudo que já aprendemos sobre Idade Média: como e por quê teve início,como a sociedade era dividida,e,claro,como se iniciou o maior império da Idade Média:o Império Carolíngio.
Após assisti-lo faça um comentário da parte que você achou mais interessante!!!

Até mais...
Prof.ª Andréa




Olá! Este blog é feito para você, aluno do 7º ano!. Aqui encontrará, quando quiser e onde estiver, uma continuação das nossas aulas de História, com orientações de estudo, links para sites sobre assuntos vistos na escola, vídeos, além de dicas culturais. Sinta-se à vontade para participar: seus comentários serão sempre muito bem-vindos!  

Beijos da sua professora Andréa!