quinta-feira, 17 de março de 2016

Atendendo a pedidos.. curiosidades sobre os ratos

32 CURIOSIDADES SURPREENDENTES SOBRE OS RATOS






roedor
Existem mais de 1 700 espécies de ratos distribuídas por todo o planeta.
O convívio entre humanos e ratos é mais antigo do que se imagina: 10 000 anos.
Existem três ratos para cada ser humano no mundo.
As três espécies de ratos que convivem com os humanos são o camundongo, o rato de telhado e a ratazana.
Camundongos são normalmente encontrados dentro das residências (em armários de cozinha, por exemplo); ratazanas em esgotos e buracos no solo; e ratos de telhado no lugar que lhes dá o nome.
Ratos possuem uma extraordinária habilidade para se localizar, aprender caminhos novos e criar atalhos em lugares conhecidos (em resumo: eles possuem uma noção espacial mais evoluída do que a nossa).
Uma fêmea de ratazana pode dar à luz 200 descendentes em apenas um ano.
Ratos vivem, em média, dois anos.
Ratos conseguem permanecer até 2 minutos debaixo d’água sem respirar.
Acredite se quiser, mas ratos não gostam muito de queijo. Eles preferem carboidratos e alimentos com grande concentração de açúcar.
Elefantes não tem medo de ratos e, sim, de abelhas.
Você sabia que o Larousse Gastronomique, um dos mais renomados livros sobre culinária do mundo, tem uma receita de ratos grelhados?
Aliás, você sabia também que existe um restaurante na China que, entre outros pratos, oferece ratos no cardápio?
Noventa e cinco por cento do código genético dos ratos é igual ao dos humanos.
Mais de 80% das pesquisas feitas com animais envolvem ratos de laboratório.
Noventa milhões de ratos e camundongos morrem por ano em experiências de laboratórios.
Os cientistas costumam criar ratos geneticamente modificados com o intuito de usá-los em pesquisas. Como exemplos temos os ratos diabéticos, hipertensos, obesos, anoréxicos, desprovidos de pelos…
Por falar nisso, você sabia que existem institutos de pesquisa e empresas que “fabricam” ratos geneticamente modificados por encomenda? Basta dizer que tipo de ratinho você gostaria de levar para casa (um gordinho, por exemplo), que o seu pedido será atendido.
Uma das mais bizarras experiências com ratos foi realizada no Japão. Cientistas daquele país conseguiram ressuscitar um rato que esteve congelado por – acredite, se quiser – 16 anos. Detalhe: ele foi “descongelado” e clonado.
Os ratos transmitem cerca de 55 doenças aos seres humanos. Uma das mais perigosas é a leptospirose e uma das que mais fez vítimas fatais ao longo da história é a peste.
Por peste negra entende-se a epidemia de peste bubônica que devastou o continente europeu no século XIV. A peste bubônica é uma doença provocada pela bactéria Yersinia pestis e tem como sintomas manchas na pele, febre, surgimento de ínguas, perda de coordenação motora, confusão mental e, em muitos casos, aumento do volume do fígado e do baço.
A peste negra do século XIV teve origem na China. O curioso é que o rato transmissor da doença pode ter origem na Índia.
Ainda há controvérsia sobre como a peste chegou a Europa, mas muitos estudiosos acreditam que ela tenha surgido após um ataque de mongóis à península da Criméia, mais precisamente ao porto de Kaffa. De lá, foi levada para a Europa Ocidental por mercadores genoveses e venezianos.
A peste negra recebeu esse nome provavelmente por causa das manchas pretas surgidas na pele dos infectados.
O principal agente causador da doença é a pulga que, ao picar a pessoa ou animal, transmite a bactéria para ela. Acredita-se que, na Europa do século XIV, a bactéria era transmitida dos ratos para as pulgas e, destas, para os seres humanos.
O bacilo transmissor da peste também é muito comuns em roedores selvagens como ratazanas do campo, esquilos e até marmotas.
A peste é uma velha conhecida da humanidade. Há relatos sobre epidemias no antigo Egito, na Grécia, em Roma e no Império Bizantino. Há, inclusive, referências sobre ela na Bíblia.
Ninguém suspeitou que a doença tivesse relação com a morte de milhares de ratos. Acreditava-se que ela era provocada pelo “ar ruim”, contra o qual receitava-se aspersão de água de rosas e queima de ervas.
Transmitida pela urina do rato, a leptospirose é uma doença que provoca dores, febre alta e forte hemorragia, que pode levar até à morte.
Outra doença fatal transmitida pelos ratos é a hantavirose, moléstia cujas características são síndromes pulmonares e renais, além de grave febre hemorrágica.
O que aconteceria se os ratos deixassem de existir? Sem nenhum bicho para comê-los, o lixo orgânico se acumularia nos ralos e esgotos. As tubulações entupiriam com maior frequência. Outros animais ocupariam o lugar, transmitindo o mesmo número (ou quantidade maior) de doenças.
Ratos famosos da ficção: Mickey Mouse, Jerry, Fievel, Pink, Cérebro, Super Mouse, Mestre Splinter, Remy, Plic, Ploc, Stuart Little, Timóteo, Ligeirinho, Bernardo, Bianca, Danger Mouse, Juca Bala, Níquel Náusea…


Fonte: http://www.maiscuriosidade.com.br/32-curiosidades-surpreendentes-sobre-os-ratos/

sábado, 12 de março de 2016

Moinhos na Idade Média

Os moinhos



Moinho d'água medieval, iluminura do Livro de Salmos Luttrell, 1320-1340.



Por: Denise de Moraes Melo

O moinho d’água era conhecido na Ilíria desde o século II a.C., na Ásia Menor desde o século I a.C. e existiu no mundo romano onde foi construído pela primeira vez. Os romanos substituíram as antigas rodas horizontais pelas rodas verticais com uma engrenagem que religava o eixo horizontal da roda ao eixo vertical. Porém praticamente não as utilizavam, em parte porque possuíam escravos em número suficiente para não se preocuparem com máquinas poupadoras de mão-de-obra e em parte porque na maioria dos territórios romanos não abundavam correntes rápidas .

No século IX o moinho hidráulico já estava difundido no Ocidente, mas seu pleno desenvolvimento encontra-se entre os séculos XI e XIV, onde alguns registros mostram o dobro de construções existentes nos períodos anteriores. Os moinhos d’água eram utilizados para fins artesanais e industriais, mas tinham como principal tarefa a moagem de grãos. 

Depois de dominarem completamente a complexa tecnologia da construção dos moinhos d’água, os europeus voltaram a atenção para o aproveitamento da energia eólica. Por volta de 1170 surgiram os primeiros moinhos de vento, com o corpo central rotativo para acompanhar a direção do vento. A partir de então, em terras planas como as da Holanda, onde não havia correntes rápidas, os moinhos de vento se proliferaram. No início do século XII eram feitos de madeira, e ao final do século passaram a ser feitos de ferro e sem o corpo rotativo. 




          O último moinho de vento em Portugal com velas de madeira, localizado em Carreço, Viana do Castelo


Embora os moinhos de vento fossem, sobretudo utilizados para a moagem de grãos, logo foram adaptados para movimentar serras, fabricar tecidos, espremer óleo, fazer cerveja, proporcionar força a forjas e esmagar a polpa para produzir papel. 

A origem do moinho de vento ainda não é clara, mas parece ter sido uma influência oriental, já que eram conhecidos na China e na Pérsia no século VII, e mencionados na Espanha no século X. Entretanto, a localização dos primeiros moinhos de vento, atualmente notados numa zona limitada em torno do Canal da Mancha (Normandia, Ponthieu, Inglaterra), e as diferenças de tipos, entre o moinho oriental, o ocidental e o mediterrânico, não tornam improvável a aparição independente do moinho de vento nestas três regiões. Durante a Alta Idade Média toda construção de um moinho era atribuída ao nome de um santo que o introduziu naquela região, tudo devido a forte influência religiosa da época. 

Durante o período feudal os moinhos pertenciam aos senhores, e só podiam ser utilizados por servos ou camponeses mediante o pagamento de uma taxa abusiva. Além disso, os moinhos eram tidos como lugares de encontros e de prostituição, conhecidos como “taverna banal”. Os leprosos eram proibidos de freqüentar os moinhos, devido ao medo de contagio tido pelo resto da população. 

Segundo Jacques Le Goff a “revolução” do moinho atingiu tanto o campo quanto a cidade. Na sociedade medieval tiveram de ocorrer mudanças nas condições históricas e culturais para que se permitisse compreender plenamente a utilidade e a ampla vantagem do moinho. 


Bibliografia: 

BURNS, Edward, McNall. Alta Idade Média(1050 – 1300): Instituições economicase políticas. In: História da civilização ocidental: do homem das cavernas às naves espaciais. São Paulo: Globo, 2000, p.237-269. 

LE GOFF, Jacques. A vida material (séculos 10º-13º). In: A Civilização do Ocidente Medieval. Bauru, São Paulo: Edusc, 2005, p. 191-256. 

LE GOFF, Jacques. SCHMITT, Jean-Claude. A Cidade. In: Dicionário Temático do Ocidente Medieval. São Paulo: Edusc, 2002, vol. I. 

FRUGONI, Chiara. Invenções da Idade Média. Jorge Zahar Editor.

A Peste Negra está de volta e já matou dezenas de pessoas

 A Peste Negra está de volta e já matou dezenas de pessoas

Publicado em 3.02.2015
peste bubonica
Um surto de peste negra –também conhecida como pespe bubônica — matou dezenas em Madagascar, e especialistas temem que esses números possam subir. Pelo menos 119 casos foram confirmados até o final do ano passado, incluindo 40 mortes, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS) em um comunicado. E a doença está tomando um rumo alarmante.
“O surto de peste negra que começou em novembro passado tem algumas dimensões preocupantes”, afirma a OMS. “As pulgas que transmitem esta doença antiga de ratos para os seres humanos desenvolveram resistência ao inseticida de combate mais comum”.
A doença tem se espalhando especialmente em favelas densamente povoadas na capital Antananarivo. De acordo com informações de Christophe Rogier, do Instituto Pasteur de Madagascar, divulgadas no final do ano passado, casos foram confirmados em pelo menos 20 distritos além da capital. Rogier é parte de uma equipe que trabalha com a OMS no local para combater a doença.
A peste bubônica é causada pela Yersinia pestis, uma bactéria encontrada em roedores e transmitida por pulgas. Recentes inundações no país desalojaram dezenas de milhares de pessoas e “um número incontável de ratos”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS. Segundo ela, o temor é que a situação ambiental colabore para a proliferação da doença.

Como é transmitida?

Uma vez que uma pulga infectada morde seres humanos, eles podem desenvolver a peste bubônica, que é marcada por inchaço dos gânglios linfáticos. Se as bactérias atingem os pulmões, pode-se desenvolver a peste pneumônica. Esta variação é rara, mas mais perigosa do que a peste bubônica, porque pode ser transmitida entre humanos através da inalação e tosse.
“Se diagnosticada precocemente, a peste bubônica pode ser tratada com sucesso com antibióticos. A pneumônica, por outro lado, é uma das doenças infecciosas mais mortais; doentes podem morrer 24 horas após a infecção”, explica a OMS.
Segundo a organização internacional, pelo menos 8% dos casos avançam para a peste pneumônica. Não está claro, contudo, qual percentagem dos casos atuais compreendem a peste mais letal.
No passado, epidemias da doença ocorreram na Europa, Estados Unidos, África, Ásia e América do Sul.
A praga era conhecido como o “Peste Negra” na Europa do século XIV, e causou a morte de 50 milhões de pessoas. [CNN]

quinta-feira, 10 de março de 2016

Humanidade A História de Todos Nós - 5 Peste (HISTORY)

Vikings e Celtas (parte 02) - Grandes Civilizações

10 costumes da Idade media que você ia morrer de nojo

Mais Curiosidades da Idade Média



Mais Curiosidades da Idade Média




Não é normal reparar nesse tipo de coisa, mas se visitar um castelo medieval, você pode reparar que não existia banheiro nenhum, nem dentro, nem fora deste. A verdade é que na Idade Média não havia banheiros mesmo: isto é coisa da Idade Moderna. Não existiam dentifrícios, escovas de dente, perfumes, desodorantes e papel higiênico. As excrescências humanas eram feitas em latrinas e, ao amanhecer, sem maiores cuidados, despejadas pelas janelas dos palácios.





Nos filmes sobre a época, veem-se pessoas sendo abanadas por enormes leques: em um país de clima temperado, a justificativa não era o calor, mas sim o péssimo odor que as pessoas exalavam, pois não tomavam banho, não usavam papel higiênico e nem faziam higiene íntima.Os nobres eram os únicos que podiam ter súditos que os abanavam, para espalhar o mau cheiro que o corpo exalava, além de ser uma forma de espantar os insetos.

Muitos dos ditados que usamos hoje, para ilustrar certas situações, surgiram no cotidiano da Idade Média.

Os banhos eram tomados numa única tina cheia de água quente e o chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade. Depois vinham as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.
Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro.










Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem.Quando chovia, começavam as goteiras e os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivetes" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs", ou seja, "está chovendo gatos e cachorros".Caia tanta imundície dos telhados que, para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.

Origem da Cama Medieval dossel



Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada pelo óxido de estanho.Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos.Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo, depois de beber, numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho.

Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estava morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro.

Como não se poderia ter certeza alguma se a pessoa estava morta ou não, o corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu a vigília do caixão, que ainda hoje é costume.

Daí, também, surgiram as histórias de mortos que haviam ressuscitado, e muito do mito do vampirismo vem desta particularidade.A Inglaterra é um país pequeno e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossuário e o túmulo era utilizado para outro.

Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.
Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino.


Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar, e ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão ainda usada até hoje para dizer de alguém que escapou por pouca coisa, ou na última hora.






O cozinheiro tinha, durante a Idade Média, um status elevadíssimo, gozando do respeito geral, chegando mesmo a ter um tratamento quase real no decurso de grandes cerimônias. Na França, o trabalho de cozinheiro era visto com tanta importância que estes recebiam um título militar, o de “officiel de bouche” (oficial da boca). Dentro da hierarquia da cozinha, os chapéus brancos de alturas variáveis foram adotados para identificar o posto exercido por cada um. Enquanto o chef usava sempre o mais alto de todos, os auxiliares mais simples vestiam apenas um boné.

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Três entre quatro crianças de família nobre passavam seus primeiros meses longe de casa, na maioria dos casos com a ama-de-leite. Mais da metade delas não voltava para casa antes de 18 meses, isso se sobrevivessem. Já no campo, o abandono de bebês era muito frequente. Além disso, a prática do infanticídio (por sufocação) não era vista como um fenômeno excepcional. 
Foram os Cavaleiros Templários que substituíram, pela primeira vez, a moeda pelo cheque. Os Templários eram alvos de constantes roubos e ataques durante suas viagens, então, para proteger sua riqueza, criaram o cheque, um documento que poderia ser trocado por moeda corrente com os companheiros de outras cidades.


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Para manter a aparência e realçar a beleza, as mulheres medievais também tinham seus truques. Confira alguns deles:
Para colorir os lábios: açafrão
Para escurecer os cílios: negro da fuligem
Para embranquecer os dentes: sálvia
Para aveludar a pele: clara de ovo e vinagre

Os costumes medievais estiveram na origem de algumas das atuais tradições ligadas ao casamento. Acompanhe.
Mês das noivas – na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda estava tolerável.
Buquê – por causa da higiene precária da época, as noivas usavam buquês de flores junto de seus corpos para disfarçar o mau cheiro.
Leis do casamento – foi durante a era medieval que as leis do casamento iniciaram a sua evolução. Em 1076, o Concílio de Westminster decretou que nenhum homem devia entregar a sua filha a alguém sem a bênção de um sacerdote. Mais tarde, foi decretado que o casamento não devia ser secreto, mas sim um ato público.
Vestido – contrariamente à tradição atual, o vestido de noiva não era branco. A cor mais usada era o azul, pois era o símbolo tradicional da pureza, embora o vestido pudesse ser de qualquer outra cor.
Bolo – o bolo de noiva que conhecemos, cheio de “andares”, teve sua origem naqueles tempos. Era costume os convidados levarem pequenos bolos, que eram colocados uns em cima dos outros. Para dar sorte e prosperidade, os noivos tentavam se beijar sobre os bolos sem os derrubar.
Festa – os casamentos medievais da nobreza eram celebrados nos castelos. Eram grandes festas com vários divertimentos e comida farta. Nos dia de casamento, os mendigos vinham de longe para receberem as sobras do banquete e era tradição o senhor do castelo libertar alguns prisioneiros. Já entre os camponeses, a festa de casamento ocorria na casa da noiva. Toda a aldeia se reunia para festejar a ocasião e presentear os noivos com alguns utensílios de madeira e outras ferramentas. Como não havia dinheiro para alianças, era tradição que uma moeda partida fosse dada à noiva, sendo a outra metade entregue ao noivo.

Grandes Castelos da Europa - Parte 4

Vikings e Celtas (parte 01) - Grandes Civilizações